sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Na Paz de Jesus Cristo
bem vindo 2013









Não coma em qualquer restaurante 

A EXTREMA POBREZA FAZ O HOMEM CHEGAR A EXTREMAS ATITUDES INIMAGINAVEIS EM SITUAÇÕES COMUNS







                 AS FACES DA POBREZA
MUITO ADMIRAVEL AS COISAS QUE NO MUNDO ACONTECEM...
MUITOS RECLAMAM PORQUE NÃO CONCEGUEM COMPRAR UM CARRO ZERO ENQUANTO OUTRO PROCURAM UMA KANECA DE ÁGUA FRESCA PARA CONTINUAR A ANDAR A PÉ 
CONCEITOS GERAIS
Administração de Recursos Humanos é uma área da qual todo mundo
pensa entender, pois qualquer pessoa que pertença ou não a uma organização
trabalha com ela. Na seleção de um trabalhador para o serviço doméstico, na
compra de café numa padaria, na educação dos filhos, em tudo isso está
envolvida uma série de conteúdos afetos ao conhecimento administrativo.
Desde os primórdios das chamadas “teorias da administração”, entre os princípios
de Henri Fayol, há o de pagar a cada um segundo a tarefa que realiza e
o de tratar igual o que é igual e diferente o que é diferente, ambos entre as consideradas
primeiras leis da Administração de Recursos Humanos. Mesmo representando
conceitos derivados do senso comum, nenhum deles é tão aplicado
quanto deveria atualmente, nem (ou principalmente) no setor da saúde.
A Administração de Recursos Humanos trata com e de pessoas; nesse
campo, nada é fácil e, decididamente, pouco é objetivo. A idéia de tratar igual
o que é igual para um administrador traz como premissa a discriminação adequada
entre o bom e o mau, o certo e o errado. No entanto, não existe qualquer
garantia de que a percepção – pessoal – desse administrador seja partilhada por
outrem, menos ainda por aqueles que estão sendo objeto dessa discriminação.
A Administração de Recursos Humanos tem um componente de “leis e normas”
de caráter razoavelmente objetivo, mas, ao mesmo tempo, se assenta sobre
relações interpessoais, que, em qualquer caso (e não apenas se e quando se
está numa organização), se baseiam em sensações e percepções. Em qualquer
circunstância é difícil aceitar o grau emocional contido nas relações e reações
humanas. Isso se torna particularmente delicado quando se discute gestão,
diante do conteúdo de conhecimento (mesmo que não científico) atribuído a
essa área. Nos anos 90 o conceito de “inteligência emocional” busca fornecer
conteúdo de conhecimento ao que antigamente se chamava pejorativamente
de “emocional”.
GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
1
INTRODUÇÃO

O objeto da Administração de Recursos Humanos são as pessoas e suas
relações dentro da organização. No entanto, certamente não é esse o seu objetivo.
É sempre necessário identificar os objetivos de quem se está buscando. Aqui
está sendo considerado sempre, em média, o ponto de vista da organização,
aqui entendida como a administração do município (e não os seus cidadãos).
Nessas condições, pode-se dizer que a Administração de Recursos Humanos
serve para manter a organização produtiva, eficiente, eficaz, a partir da mobilização
adequada das pessoas que ali trabalham. As pessoas que trabalham na
organização representam seu recurso crítico, ou seja, aquele sem o qual ela não
consegue realizar o seu trabalho. Isso é particularmente verdadeiro nas organizações
de saúde, que, além de ser dependentes de tecnologia, não conseguem
aplicar essa tecnologia sem contar com recursos humanos adequados.
A Administração de Recursos Humanos pode ser compreendida como um
subsistema de uma organização. Afinal, são as pessoas que realizam o trabalho
das organizações. Mesmo naqueles casos em que existe uma pesada substituição
do elemento humano por máquinas, são as pessoas que recolhem o produto
transformado pelas máquinas, ligam-nas, desligam-nas, decidem quando
acioná-las... De certa forma, é por meio da utilização do modelo de teoria geral
de sistemas que o termo “recurso humano” se torna aceitável. A figura 1 mostra
a concepção da organização como sistema e a figura 2 apresenta uma modificação
do mesmo modelo segundo áreas de preocupação do administrador.
Figura 1
A organização como sistema
GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS



O SUBSISTEMA DE ADMINISTRAÇÃO DE
RECURSOS HUMANOS
Levando em consideração, até este momento, o modelo de sistemas e
tomando a organização como um sistema aberto (que interage com o ambiente
que a rodeia) e complexo (composto de uma série de subsistemas com diferentes
finalidades, e todos idealmente com o mesmo objetivo), sem dúvida a
Administração de Recursos Humanos merece ser classificada como um de seus
subsistemas. Para descobrir os componentes desse susbsistema deve-se compreender
a trajetória do indivíduo sob a ótica da organização. O modelo lógico
apresentado a seguir não é real, pois a realidade não se rende perante esse tipo
de formulação. Como qualquer modelo pressupõe, trata-se de uma simplificação.
Em primeiro lugar, é necessário que a organização exista, tenha objetivos e
que os conheça e compreenda; portanto, ter claro o que deseja fazer. Assim,
idealmente seus dirigentes saberão traduzir as idéias abstratas para o campo do
concreto, ou seja, procurar as pessoas aptas ou capacitadas ou habilitadas para
desenvolver o projeto da organização. Por exemplo, dizer que se necessita de
enfermeiros é muito vago, pois há profissionais dessa categoria que adquiriram
competência em saúde pública e outros que se especializaram em áreas médico-
cirúrgicas; há os que se dão melhor em atividades assistenciais e outros cuja
predisposição se conforma ao campo administrativo. São todos enfermeiros,
mas a exigência de características mais adequadas para a realização de determinada
tarefa pode tornar mais eficiente e eficaz a organização, ao menos a
longo prazo. A decisão sobre a qualificação dos trabalhadores seria a primeira
informação a servir como subsídio para desencadear o ciclo do subsistema da
Administração de Recursos Humanos. Assim que aqueles trabalhadores
estiverem em pleno exercício de suas funções, é hora de desencadear o último
componente – a avaliação dos recursos humanos. Nem a definição de necessidades
costuma ser o primeiro passo, nem a avaliação – se e quando feita – deve
ser o último. O importante é ter em mente que essas atividades devem ser realizadas.
O momento da sua realização é indicado pela própria vida organizacional.
O suprimento
Para obter o suprimento de trabalhadores, a organização possui duas funções
tradicionalmente concebidas: recrutamento e seleção. Recrutamento significa,
teoricamente, buscar o trabalhador ideal, esteja ele onde estiver, e interessá-lo
em tornar-se um membro da organização. Na verdade, há dois extremos nessa
função de recrutamento externo:
a. o profissional desejado existe, é especializado e foi localizado numa
organização diferente daquela para a qual se quer atraí-lo. Aí ocorre um
mecanismo de sedução, que consiste em atrair esse profissional com
condições mais vantajosas. Mesmo na área da saúde, onde há o mito dos
grandes especialistas, essa situação é bastante rara – ela se limita a algumas
GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
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categorias profissionais, quando não a alguns nomes, em geral de técnicos
em saúde e quase nunca de gestores.
Esse tipo de mecanismo é mais freqüentemente praticado no setor privado,
devido às exigências de concursos e à existência de “quadros de pessoal”
bastante rígidos em boa parte do setor público. Os municípios em geral
assistem a esse tipo de esforços a cada mudança de governo, que busca
quadros mais afinados com as suas propostas ou procura honrar outros
tipos de composição;
b. não há definição dos requisitos dos futuros ocupantes de alguns cargos
da organização, desde que preencham as condições necessárias, ou seja,
define-se o perfil do cargo, descrevem-se seus requisitos e se providencia
a sua divulgação em locais apropriados. Por exemplo, se se desejam
agentes de saúde sem qualificação prévia na área de saúde (a ser oferecida
pelo município), mas que residam na região, o lugar mais apropriado
para a divulgação do anúncio deve ser a sede da associação comunitária,
a igreja ou a escola local.
Os resultados desses dois mecanismos de recrutamento para a organização
são diferentes de acordo com as situações de maior ou menor oferta de empregos
na economia, ou seja, sempre se deve dar atenção à situação sócio-político-
econômica do momento, sob pena de os instrumentos utilizados se tornarem
inadequados. De fato, quando há farta oferta de emprego em todos os setores,
torna-se mais difícil atrair trabalhadores qualificados sem o oferecimento de
grandes incentivos. Por vezes, trabalhadores de baixo nível de qualificação ou
escolaridade não fizeram opção pela área da saúde, nem pelo setor público, e
consideram mais atraente trabalhar em áreas em que as pessoas com quem
convivem sejam saudáveis, não sofram e não esperem dos outros bálsamo para
suas dores ou atendimento a suas necessidades de cidadãos. Em épocas recessivas,
para quase qualquer oferta de trabalho há filas de candidatos, mas quando
surgem novas vagas as da saúde podem ser trocadas imediatamente.
Outra situação dessa mesma categoria é o recrutamento interno. Este não se
refere diretamente à entrada na organização, mas ao acesso a unidades ou
posições diferentes, que pode ocorrer quando se abrem postos de trabalho na
organização e se deseja valorizar os seus trabalhadores. Essa hipótese é relativamente
comum para posições gerenciais, a que são alçados funcionários
com currículo talhado para aquelas funções ou aqueles que estão descontentes com
suas situações presentes de trabalho ou inadaptados a elas, ou ainda quando há
mudanças na direção superior da organização. Por outro lado, as secretarias de
governo contam com duas alternativas para recrutamento: um profissional de fora
ou alguém de seus quadros que está interessado em mudar e que tenha em seu
currículo a capacitação ou habilitação necessárias para o cargo, muitas vezes
adquiridas em cursos realizados pela própria organização.





2
SUMÁRIO EXECUTIVO

A Reforma da Administração Local assume-se como uma prioridade do actual Executivo,
baseada na proximidade com os cidadãos, fomentando a descentralização administrativa,
valorizando a eficiência na gestão e na afectação de recursos públicos destinados ao
desenvolvimento social, económico, cultural e ambiental das várias regiões do País e
potenciando novas economias de escala.
A Reforma da Administração Local viu reforçada a sua dimensão política por força do
Memorando de Entendimento estabelecido entre o Governo Português, a Comissão Europeia, o
Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional, no âmbito do qual foi assumido o
compromisso político da reorganização da Administração Local até Junho de 2012.
Deste modo, toda a Reforma da Administração Local deverá estar orientada para a melhoria da
prestação do serviço público, aumentando a eficiência e reduzindo custos, tendo sempre em
consideração as especificidades locais, considerando nesse sentido a existência de diferentes
tipologias de territórios, nomeadamente áreas metropolitanas, áreas maioritariamente urbanas
e áreas maioritariamente rurais.
Pretende-se com a presente Reforma o reforço do Municipalismo bem como a promoção da
coesão e competitividade territorial.
Julga-se imprescindível rever o regime de financiamento das autarquias locais e, por isso, será
constituído um grupo de trabalho para rever a Lei das Finanças Locais.
Este grupo de trabalho actuará fora do âmbito da Reforma da Administração Local respeitando,
para o efeito, um cronograma de actuação específico.
O Documento Verde da Reforma da Administração Local visa, sobretudo, lançar o debate
político, estabelecer os princípios orientadores e os critérios-base, promovendo o estudo e a
análise do suporte legislativo em vigor. Posteriormente, efectuar-se-á a revisão do quadro
legal, tendo por base as alternativas geradoras do consenso possível e desejável entre as
diferentes partes intervenientes nos eixos sobres os quais se pretende actuar.


OBJECTIVOS GERAIS DA REFORMA DA ADMINISTRAÇÃO LOCAL
A Reforma Administrativa do Poder Local terá quatro Eixos prioritários de actuação, com
as respectivas orientações estratégicas e metodológicas.
A Reforma da Administração Local visa:
1. Promover maior proximidade entre os níveis de decisão e os cidadãos,
fomentando a descentralização administrativa e reforçando o papel do Poder
Local como vector estratégico de desenvolvimento;
2. Valorizar a eficiência na gestão e na afectação dos recursos públicos,
potenciando economias de escala;
3. Melhorar a prestação do serviço público;
4. Considerar as especificidades locais (áreas metropolitanas, áreas
maioritariamente urbanas e áreas maioritariamente rurais);
5. Reforçar a coesão e a competitividade territorial.
A Reforma da Administração Local pretende ser:
Os seus quatro Eixos de actuação são:




 



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quinta-feira, 14 de junho de 2012


Pretende-sequeaofinaldestemódulooparticipantetenhaalcançadoosseguintesobjectivos:
                       Identificar os diferentes componentes do OE;
                       Entender cada um dos componentes do OE, seu significado e tipos;
Entender os diferentes estágios do processo Orçamental

domingo, 3 de junho de 2012

Princípio da Competência de Exercícios


Este princípio demonstra, em resumo, que as receitas e despesas são atribuídas aos
períodos de acordo com a real ocorrência dos mesmos, isto é, de acordo com a data do “FATO
GERADOR” e não quando recebidos ou pagos em dinheiro.
Através desse princípio, a folha de pagamento dos operários relativa ao mês de
dezembro, mesmo que na prática o pagamento só seja efetuado nos primeiros dias do mês de
janeiro, o fato gerador da despesa é o serviço prestado pelos operários, e não o pagamento do
salário.

2.2 – Princípio da Entidade
Princípio tem sua concepção original provinda do Direito, com conseqüências
econômico-contábeis e uma extensão mais moderna de natureza econômico-operacional, obviamente
também com reflexos contábeis.
Sob o aspecto econômico-contábil configura-se que a Contabilidade e os respectivos
registros são mantidos para as ENTIDADES, como pessoas distintas dos sócios, sejam estes
pessoas FÍSICAS ou JURÍDICAS. Nesta concepção o Ativo, o Passivo e o Patrimônio Liquido
pertencem à entidade.

2.3 – Princípio do Custo Histórico (Original) como Base de Valor
Um ativo é incorporado nos registros contábeis pelo preço pago para adquiri-lo ou
pelo custo dos insumos utilizados para a sua fabricação, e este valor é base para todas as
contabilizações subseqüentes relativas ao uso do ativo.
2.4 – Princípio da Continuidade

A continuidade das atividades operacionais de uma entidade deve ser presumida pela
contabilidade, até que surjam evidências em contrário bastante fortes, tais como histórico persistente
de prejuízos, iminência da liquidação judicial ou extra judicial, etc.
A Contabilidade, portanto analisa e vê a empresa como algo em movimento continuado, com
investimentos e assim por diante.
2.5 – Princípio da Realização
Como norma geral, a receita é reconhecida no período contábil em que é realizada. A
realização ocorre quando os bens ou serviços são fornecidos a terceiros em troca de dinheiro ou de
outros elementos do ativo.

2.6 – Princípio do Denominador Comum Monetário
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Por um lado a Contabilidade preocupa-se cem captar e registrar eventos e transações
suscetíveis de avaliação monetária. É uma das características do modelo de informação e
mensuração contábil. Embora à avaliação monetária possam estar subjacentes considerações de
natureza física e de quantidade, o Denominador Comum é a avaliação monetária.
A avaliação dos fatos registrados pela contabilidade em unidades monetárias é muito
importante para podermos agregar e homogeneizar elementos patrimoniais os mais diversos
possíveis. Um outro aspecto do Princípio Comum Monetário é que, independentemente da unidade
monetária utilizada na Contabilidade ter variado em função do seu poder aquisitivo no tempo, as
conta a receber serão recebidas em valores previamente fixados e as contas a pagar o serão pelos
montantes previamente estabelecidos, a não ser que os itens contenham uma cláusula de reajuste
monetário automático, pré ou pós-fixados.
CONVENÇÕES
Dentro da ampla margem de liberdade que os Princípios permitem ao Contador no
registro das operações, as Convenções vêm restringir, limitar ou mesmo modificar parcialmente o
conteúdo dos Princípios definindo mais precisamente o seu significado.
2.7 – Convenção da Consistência

Essa Convenção nos diz que, uma vez adotado determinado processo dentre os
vários possíveis que podem atender a um mesmo princípio geral, ele não deverá ser mudado com
freqüência, pois assim estaria sendo prejudicada a comparabilidade dos relatórios contábeis. Se por
exemplo, for adotado o método da Média Ponderada para avaliação de estoque, em lugar do Método
UEPS, deverá ser usado sempre o mesmo método nos outros períodos. E se houver a necessidade
inadiável de se adotar outro critério, esta adoção e seus efeitos devem ser declarados com Nota
Explicativa do relatório, de maneira a cientificar o leitor.
2.8 – Convenção do Conservadorismo
Esta convenção consiste em que, por motivos de precaução, sempre que o contador
de defronte com alternativas igualmente válidas de atribuir valores diferentes a um elemento do Ativo
ou do Passivo, deverá optar pelo mais baixo para o Ativo e pelo mais alto para o Passivo. Se, por
exemplo, o valor de mercado do inventário final (estoque final) de mercadorias for inferior ao valor do
custo, deverá ser escolhido do valor de mercado por ser o mais baixo.
2.9 – Convenção da Materialidade

Essa Convenção reza que, a fim de evitar desperdícios de tempo e de dinheiro, devese
registrar na Contabilidade, apenas os eventos dignos de atenção e na ocasião oportuna. Por
exemplo, sempre que os funcionários do escritório utilizam os papéis e lápis da firma, ocorre uma
diminuição do Ativo da empresa, diminuição esta que poderia, teoricamente, ser lançada nos registros
contábeis à medida de sua ocorrência. Entretanto, isto não é feito, pela irrelevância da operação, e a
despesa sé é apurada no fim do período por diferença no estoque.

3- O que é a Contabilidade?

CONTABILIDADE – é a ciência que nos permite através de técnicas próprias manter
um controle permanente do patrimônio da empresa, dispondo de recursos que permitem registrar
dados (fatos), levantar posições e apresentar demonstrações de resultados da empresas (lucro ou
prejuízo).

Este controle é importante, pois se não for feito pode acarretar prejuízo financeiros,
problemas com atuações (multas) fiscais, má repercussão para o seu negócio, além de dificuldades
na detecção e solução de problemas.
O desenvolvimento econômico de um país, requer o trabalho de profissionais com
conhecimentos específicos em determinada área, como é o caso do profissional de contabilidade que
cuida do controle patrimonial das empresas. É esse profissional que demonstra através de relatórios

específicos como está o patrimônio da empresa.
Assim, milhares de auxiliares de contabilidade, analistas contábeis, contadores,
trabalham na ária contábil de diversas empresas privadas e públicas.
3.1– Principais Ramos da Contabilidade
Contabilidade Comercial – utilizada por todas as empresas que operam no comércio.
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Contabilidade Industrial – utilizada pelas empresas industriais, que no geral não difere muito da
contabilidade comercial.

Contabilidade Agrícola – utilizada somente pelas empresas agrícolas, que no geral, também não é
muito diferente da contabilidade industrial, apenas possui algumas particularidades devido ao seu
ramo de negócio.

Contabilidade Bancária – utilizada pelas empresas do chamado mercado financeiro.
Contabilidade Pública – utilizada pelas empresas públicas. Possui características peculiares das
entidades públicas.

3.2 Campo de Atuação da Contabilidade
A contabilidade, na qualidade de metodologia especialmente concebida para captar,
registrar, acumular, resumir e interpretar os fenômenos que afetam as situações patrimoniais,
financeiras e econômicas de qualquer empresa, tem campo de atuação muito amplo.
Na verdade, o desenvolvimento inicial do método contábil esteve intimamente ligado
ao surgimento do capitalismo, como forma quantitativa de mensurar os acréscimos ou decréscimos
dos investimentos iniciais alocados a alguma exploração comercial o industrial.
3.3 Finalidade da Informação Contábil
A contabilidade tem duas finalidades básicas:
3.1.1 – Finalidade de Controle
3.1.2 – Finalidade de Planejamento

3.1.1 Controle – pode ser conceituado como um processo pelo qual a administração se certifica, na
medida do possível, de que a organização está agindo de conformidade com os planos e políticas
traçadas pela administração. Esse processo de controle pode ser feito das seguintes formas:
Como meio de comunicação – os relatórios contábeis podem ser de grande a auxílio ao
informar a organização a respeito dos planos e políticas da administração e, em geral, das formas de
comportamento ou ação que a administração deseja atribuir à organização.
Como meio de verificação – periodicamente a administração necessita avaliar a qualidade dos
serviços executados pelos seus funcionários. A apreciação desse desempenho pode resultar em
acréscimos de salários, promoções, readmissões, ações corretivas as mais variadas, ou, em casos
extremos, demissões. A informação contábil pode auxiliar esse processo de avaliação, embora o
desempenho humano não possa ser julgado apenas através da informação contida nos registros
contábeis.
3.1.2 Planejamento – por sua vez é o processo de decidir que curso de ação deverá ser tomado
para o futuro. Normalmente, o processo de planejamento consiste em considerar vários cursos
alternativos de ação e decidir qual é o melhor. O planejamento pode abranger um segmento da
empresa ou a empresa como um todo. A informação contábil, principalmente no que refere ao
estabelecimento de padrões orçamentários, é de grande utilidade no planejamento empresarial.
Mesmo no caso de decisões isoladas, normalmente utiliza-se grande parte de informação contábil.
4. O Patrimônio

4.1 – Controlando o Patrimônio

4.1.1 – Patrimônio é o conjunto de bens, direitos e obrigações de uma pessoa (física ou jurídica)
avaliado em moeda.
4.1.2 – Bens - constitui-se em tudo o que é capaz de satisfazer às necessidades humanas e possa
ser avaliado economicamente, tenha valor de troca ou venda. Por exemplo: uma máquina, um carro,
uma casa, um terreno, um computador, dinheiro, etc.
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Podemos classificar os bens como:
􀀹 Bens Móveis – são aqueles que podem ser levados de um lugar para outro sem perder suas
características. Exemplo: máquinas, móveis, veículos, etc.
􀀹 Bens Imóveis – são aqueles que não podem ser movidos sem perder as suas características.
Exemplo: terrenos, edifícios, casas, etc.
􀀹 Bens Materiais – como o próprio nome diz, são aqueles que possuem formos ou corpo-matéria.
Exemplo: máquinas, equipamentos veículos, mercadorias, etc.
􀀹 Bens Imateriais – são bens que não possuem matéria, ou seja, não podem ser tocados.
Exemplo: marcas, patentes, direitos autorais, etc.

4.1.3 – Direitos – são valores que a empresa tem a receber de terceiros, em decorrência de
transações comerciais.
- duplicatas a receber (clientes)
- notas promissórias a receber
- aluguéis a receber
- juros a receber

4.1.4 – Obrigações – são valores que a empresa assume como existência de dívidas,
comprometendo-se a pagá-las a terceiros, ou seja, os seus credores.
- duplicatas a pagar (fornecedores)
- impostos a pagar
- salários a pagar
- empréstimos a pagar

4.2 – Aspectos Qualitativos e Quantitativos do Patrimônio

- Aspecto Qualitativo – consiste em qualificar o Patrimônio. Diz respeito à espécie e natureza dos
bens, direitos e obrigações da empresa. Por exemplo, qual é o Patrimônio da empresa, "o que” ela
possui de bens, direitos e obrigações.
- Aspecto Quantitativo – consiste em quantificar, dar valores ao Patrimônio, pois no controle
patrimonial da empresa, não basta só informar o que ela possui, mas também “o quanto” ela possui
de bens, direitos e obrigações.
Aspectos Qualitativo Quantitativo
Bens Dinheiro

Veículos
Máquinas
Terrenos
R$ 10.000,00
R$ 50.000,00
R$ 75.000,00
R$ 90.000,00

Direitos Duplicatas a Receber
Promissórias a Receber
Aluguéis a Receber
Juros a Receber
R$ 15.000,00
R$ 5.000,00
R$ 1.500,00
R$ 2.500,00

Obrigações Duplicatas a Pagar
Impostos a Pagar
Salários a Pagar
Empréstimos a Pagar
R$ 12.000,00
R$ 25.000,00
R$ 18.000,00
R$ 194.000,00
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4.3 – A Representação Gráfica do Patrimônio (Balanço Patrimonial)
Os bens e direitos, por constituírem valores que acrescentam, aumentam o Patrimônio da
empresa, são chamados de elementos positivos. São também denominados componentes que
formam o conjunto do ATIVO.

As obrigações, por representarem o que a empresa tem a pagar, são chamadas de
elementos negativos. São também denominadas componentes que formam o PASSIVO.

A representação gráfica do Patrimônio será feita da seguinte forma: um gráfico em forma de
“T”, no qual do lado esquerdo teremos o lado POSITIVO, onde relacionamos todos os elementos
positivos (BENS E DIREITOS) formando o ATIVO; e do lado direito teremos o NEGATIVO, onde
relacionamos os elementos negativos (OBRIGAÇÕES) formando o PASSIVO.

PATRIMÕNIO

ATIVO PASSIVO
BENS
Dinheiro
Veículos
Máquinas
Terrenos
DIREITOS

Duplicatas a Receber
Promissórias a Receber
Aluguéis a Receber
Juros a Receber
OBRIGAÇÕES

Duplicatas a Pagar
Impostos a Pagar
Salários a Pagar
Empréstimos a Pagar